A dificuldade de aceitar a multiculturidade

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Na quadra Natalina, desarmam-se os espíritos, a solidariedade aflora.

Anos atrás vivemos uma experiência interessante.

Após as férias letivas, retorno das crianças às aulas, a professora pede que cada um faça uma redação apontando o que mais lhe chamou a atenção no Natal.

A minha filha mais nova, com 8 anos, descreveu a ceia de Natal em Família.

Dias após, a professora Chama a mãe ao colégio, pois, a menina necessitava de acompanhamento, uma vez que estava a inventar estórias. Após ouvi-la, pediu-lhe para ver a redação.

A dita redação começava por dizer que a ceia Natalina foi muito boa. Além das trocas de presentes e das gostosuras inerentes à quadra, o que mais a agradou, foi que na casa dela estavam 4 Continentes representados, tinha gente nativa da Europa, África, América do Sul e do Norte.

O que prendeu a atenção da professora foi atipicidade da situação. No pensar da professora a criança fantasiava.

Evidentemente que a mãe da aluna entre risos incontidos, o que causou perplexidade à professora, disse estar correta a aluna, e, os africanos entre eles o pai e uma tia da aluna eram caucasianos.

Enfim, esclarecida a “ fantasia da aluna”, restou à professora pedir desculpas, por situação tão atípica.

A lição extraída: tolerância e atenção às diferenças deve ser cultivada diuturnamente para não se rotular, em nome da paz, harmonia e confraternização universais.

Feliz Natal!

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