O e-commerce acaba com a tradicional desconfiança do gaúcho

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Foi-se o tempo em que se dizia que o gaúcho era desconfiado. O gaúcho deixou de ser desconfiado – continua arredio, mas a desconfiança diminuiu muito. É o caso do que acontece no e-commerce. O comércio via internet parece ter tomado conta do Rio Grande do Sul. O Estado é o quarto onde pessoas mais compram em lojas virtuais e o índice chega a 4,3% do total do país.
A expectativa é que as compras pela internet ainda cresçam mais por aqui. O crescimento deve ser de 167% para as compras pela internet até 2019., conforme previsão da consultoria Conversion. A projeção  considera que os R$ 2,4 bilhões negociados ano passado passem para R$ 6,4 bilhões ao ano.

Entidades como CDL, Sindilojas, Serasa, nunca levam em consideração estes números quando examinam dados de desempenho do varejo, já que todos limitam-se a conferir números de lojas fixas.

É um erro, porque as vendas via internet são de produtos do mundo real e portanto são do comércio real, ensejando encomendas nutridas a todo tipo de atividade econômica, industrial ou não.

A expectativa é que as compras pela internet ainda cresçam mais por aqui.

Os números crescentes podem trazer alento aos que conferem a movimentação diária do ICMS de Estados consumidores, como o RS.

É que este ano entrou em vigor a nova regra de distribuição do imposto.

Até 2019, 100% do ICMS será pago ao Estado de destino do pedido, ou seja, o que for comprado por gaúchos renderá tributos aos gaúchos.

O único real complicador refere-se às empresas que operam com e-commerce, localizadas no RS ou fora do Estado, porque a legislação aprovada para todos é um obstáculo para o comércio on-line, já que introduz uma parafernália infernal de exigências burocráticas que antes não existiam.

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