Alo torcida do Flamengo, aquele abraço.

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Se um time merecesse sair com vitória na nossa estréia contra o Corinthians, a meu juízo, este seria o Grêmio. O resultado, entretanto, se não foi maravilhoso, foi muito bom.

Se um time merecia sair ontem com vitória da Arena foi o Grêmio, e o resultado foi ótimo.

A bola na trave do P Rocha nasceu de uma jogada talentosa, a trave está ali para isto, não entrou. Na grande chance do Flamengo a ajuda desnecessária do Grohe. Os dois lances dão a dimensão da justiça no final celebrada no belo gol de Fred que já havia sido o melhor do tricolor na Arena dos Gaviões e ontem voltou a se apresentar muito bem.

Edilson, que desembarcou aqui cercado de desconfianças, diria mais, de criticas severas – até perna de pau eu li sobre ele – fez uma partida impecável, basta saber se não estava em dia de lua. Se não era dia de inspiração anormal dá para dizer que contratamos um lateral, finalmente. Mas é de se esperar mais para firmar conceito.

A questão do time ainda se concentra na parte mais importante que são os volantes e que já demonstraram ser bons jogadores mas que estão em plena crise de qualidade e, continua o drama, no finalizador. Os volantes temos e podem render mais – não é possível que rendam menos – mas o homem de frente não temos. Ou está para vir ou está para acontecer. Por uma ou por outra o lugar é ausente – o que é pior que carente.

Geromel vale o que come. E como. Uma referência.

Nesta duas rodadas dá nitidamente para observar que estamos diante de um quadro de quase penúria do futebol brasileiro, os 7 x 1 tomados no lombo da seleção alemã não foram só um desastre casual não, foi e ainda continua sendo revelador de que atravessamos um momento muito pobre de futebol.

Neste caldo até aqui qualquer um pode ser campeão dentre 12 clubes tidos como grande, e qualquer quatro pode lutar por vaga na LA.

As alterações no futebol do clube ainda são recentes, não tenho opinião formada se dará ou não certo – salvo por ter convicção do que pior com o que estava não ficará.

Guerra estreou bem, o trio do futebol passou por duas provas duras, não é evasivo isto, a não ser que não se considere os dois primeiros adversários – com momento ruim ou não no cenário brasileiro.

Não há empolgação. Certo. Nem desespero. Há, sim, uma imensa desconfiança. O que não é nenhuma novidade, faz muito tempo que ela nos acompanha.

Vamos torcer e aguardar, até aqui estamos avançando.

O páreo seguinte é, teoricamente, bem mais duro de ser jogado. Não diria que é uma prova de fogo, mas é outra prova, e mais difícil.

O começo foi sem tropeço. Mas é só isto que, por enquanto, é o que se pode dizer com certeza.

Sobrou a boa flauta aos Flamenguistas. Aquele Abraço.

Saudações Tricolores

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