E ERA TÃO IMENSO AQUELE AZUL. QUE NÃO ERA DO CÉU NEM DO MAR. ERA DO GRÊMIO. ELEMENTAR | Por Carlos Josias

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O Dia dos Pais foi, de novo, o Dia Dos Pais Gremistas. Ano passado o inesquecível, o imbatível e avassalador 5 x 0 no Grenal. Neste mostramos ao seu Elias de que ele tem que ter muito cuidado para falar do Grêmio, deve estar ruim para ele hoje. Mais respeito mocinho.

Ainda não foi aquele Grêmio exuberante do jogo do ano 2015 contra o Galo em Minas, mas foi o Grêmio que desejamos. Garra, técnica, vontade e determinação.

Pedro Rocha fez um golaço antológico, talvez um dos mais bonitos que a ARENA se prestou de palco. O garoto Everton meteu uma bucha de encher os olhos, quer dizer, as redes. E, como somos racistas, nosso Negro tem nome Alemão, Miller, não deixou por menos e desencantou.

Mas o espetáculo não estava só no campo. O campo se prestou de homenagem à verdadeira estrela do Dia dos Pais: a torcida.

Uma Arena com 50.184 pessoas coloriu o domingo de um azul que não se podia definir de forma outra se não como: É o Grêmio.

Nossa Arena é uma estupenda Alma Azul.

Ah, quase ia me esquecendo. Quem não gosta de Luan, por favor, vá caçar Pokémon.

Saudações Tricolores

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