A força do mobile em uma estratégia omnichannel | Por Paulo Kendzerski

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Atualmente, o mercado fala muito em omnichannel, segunda tela, busca local, tudo relacionado à utilização em massa dos dispositivos móveis pelos consumidores. Em 2017, a previsão é de que mais de 75% dos acessos a sites corporativos serão via smartphone e tablet. (fonte: Reuters)

Com base nessas informações, pergunto: será que as empresas estão preparadas para explorar as oportunidades e obter resultados neste ambiente?

Já sabemos que o uso de smartphones e tablets pelo consumidor está totalmente consolidado, mas é importante avaliarmos de que forma esses dispositivos são, de fato, utilizados.

O uso principal é para buscas locais. Em outras palavras, os consumidores procuram por prestadores de serviços, lojas, restaurantes, entre outros estabelecimentos, localizados próximos de onde eles estão ou, ainda, próximos a quem eles desejam fazer um contato imediato. A segunda maneira mais recorrente de fazer uso dos dispositivos móveis é para navegar nas redes sociais e/ou em sites de conteúdo e games.

Sabendo disso, as marcas precisam explorar duas possiblidades. A primeira é se posicionar de forma correta em plataformas de busca, em especial no Google, para serem encontrados neste tipo de pesquisa.

A segunda possiblidade é investir em campanhas de mídia online em dispositivos móveis, de modo a atingir o público-alvo em outros momentos. Por exemplo: quando ele se desloca de carro para um determinado lugar (Waze), ou está assistindo TV e, ao mesmo tempo, conectado via celular/tablet (Google, Youtube, Rede Display e aplicativos de redes sociais). Dessa forma, a empresa amplia sua visibilidade, fortalece a lembrança da marca e impacta o consumidor com ações pontuais, como, por exemplo, ofertas por períodos determinados.

Portanto, desenvolver uma presença mobile não é mais uma questão de inovação. Trata-se de sobrevivência em um mercado cada vez mais digital e móvel, não importa se sua empresa é de “tijolos” ou somente virtual.

Quem não se adequar a esse movimento exercido plenamente pelo consumidor, ficará cada vez mais distante dele. As marcas que enxergam essas possibilidades e investem adequadamente nessa comunicação, com certeza, serão líderes amanhã.

Por isso, saiba fazer uso do poder que sua empresa pode exercer neste ambiente.

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