O MARACANÃ É NOSSO | Por Carlos Josias

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Palco do Futebol mundial o gigante Maracanã tem sido lugar de grandes comemorações do tricolor.

1997 João Antônio e Carlos Miguel contra o Flamengo de Romário levantou sua terceira das cinco Copas do Brasil diante de 100 mil torcedores rubro-negros que se quedaram calados. Naquela noite o RJ foi pequeno para uma torcida minoritária, no Estádio, mas ruidosa e que saiu às ruas da cidade maravilhosa para reverenciar um Cristo que nos saudava de braços abertos feito um cartão postal. Eu estava lá com um time que se passava por modesto e hoje se vê era tão grande quanto o estádio que o assistiu.

Já faz algum tempo que o Grêmio se acostumou a festejar também lá grandes conquistas. Contra o Fluminense não foi diferente. Diferente, talvez, apenas o gol antológico de Luan, aquele que não para no vermelho mas que nos deixa cobertos de azul, preto e branco. O Grêmio passeou em campo e no segundo tempo chegou a tirar o pé porque jamais perdeu o controle do jogo e nunca chegou a ser ameaçado, fruto do escore alcançado na Arena. Se houve expulsão – justa – cedo, é verdade, que contribuiu para a tranquilidade, não menos verdadeiro que houve no mínimo um pênalti claro não marcado, mas que não foi suficiente para barrar a vitória tampouco a brilhante jornada.

O Fluminense ficou para trás, mas o que vem pela frente é parada dura. Como todos nossos enfrentamentos. Há que endurecer. Saudações tricolores.

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