Papai é o maior. Klaus é o melhor. Sal é o mais grosso | Por Ricardo Soletti

Papai é o maior. Klaus é o melhor. Sal é o mais grosso | Por Ricardo Soletti

Veio. No grito. A fórceps. Parto de cócoras. Mas veio a quarta vitória seguida.

Quem apenas viu o placar de 3 a 1, achou que foi um passeio. Ledo engano.

Suamos frio com o gol de empate do Londrina e aquele filme dos jogos contra ABC, Juventude e outras coisinhas começou a passar na cabeça dos mais de 40 mil colorados que pintaram o Beira Rio de vermelho.

E, num jogo chato e enroscado como o de hoje, a vitória só poderia vir como veio: com três gol de bola parada. Um testaço do Cuesta, outros dois do Klaus – nosso alemão que não ri.

 

Guto demorou pra trocar o time no segundo tempo, esperou o Londrina empatar lá perto dos 30 minutos pra, em seguida, colocar Camilo e Nico em campo.

Teve mais sorte que juízo, já que veio dos pés de Camilo – nosso cabelinho de estopa, os dois cruzamentos para os gols redentores de Klaus. Dois lances pra derrubar adoradores do escanteio curto e os secadores, que aproveitaram a tarde mal sucedida de secação pra ir comprar o pão e a carne mais cedo pro churras de amanhã.

O time segue engrenando, torcida e jogadores estão fechados e já estamos com cinco pontos de vantagem para o quinto colocado.

 

Agora, a tendência é subirmos mais e darmos aquele bafo na nuca do América, que não vai ter gás pra aguentar por muito tempo na liderança.

Camilo? Sim, é um belo jogador. Mas colocar no lugar de quem, neste momento? Salvo aqueles caras que gostariam de colocar amiguinho no comando técnico do Inter e ficam procurando furo neste time do Guto, não há muito o que fazer com a escalação do time a não ser repetí-la e ver boas e aguerridas atuações do Sasha.

 

Estamos chegando. E pra nós, é só o que importa. Faltam 18 rodadas para o fim do inferno e a volta do Inter para o lugar que sempre fez por merecer. Apesar do Piffero e sua turminha de incompetentes.

Um ótimo domingo a todos e um feliz dia dos pais para todos os papais.

Em especial, para o meu pai Raul: o cara que me fez colorado. Na boa e na ruim.

 

Foto: Sport Club Internacional

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