TIME DE TRANSIÇÃO | Por Marcos Vargas

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Sou ferrenho defensor de um time de transição no Gauchão. Nos moldes atuais, é um campeonato longo, desinteressante e que acaba prejudicando a preparação para outras competições no restante do ano. Um time competitivo e que possa representar bem o Grêmio.

Nitidamente precisamos reforçar nosso time de transição. Em campo e na casamata. Como fora feito com o Banguzinho na década de 90, onde contratações pontuais foram feitas para suprir eventuais deficiências ou reforçar mesmo. E Felipão era o treinador. A idéia do time de transição é boa. Ter um time alternativo que possa representar bem o Grêmio sempre que for acionado qual seja a competição, serve para prospectar, dar experiência e testar valores que tenhamos e que poderão ser úteis no time de cima. Um time barato e com capacidade de enfrentamento. A receita existe e já fora adotada no passado, basta recuperar. Precisamos de ajustes para que siga a preparação como fora pensada, além de evitar o risco de queimar alguns bons nomes que temos na base, que é uma preocupação latente minha. Estamos fazendo bons jogos principalmente no primeiro tempo, do meio pra frente temos um time rápido e habilidoso e nos falta consistência defensiva. São pequenos ajustes e precisamos de uma vitória para aliviar a tensão e o aspecto psicológico da gurizada.

Um time de transição reforçado nos permitirá fazer uso sempre que as datas apertarem sem perder a competitividade. E com um ano cheio de competições como teremos, seguramente acabaremos acionando o time alternativo para alguns jogos. É essencial mantermos um time que tenha potencial de vitórias.

 

Saudações Tricolores

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