Planejamento e Transição | Por Marcos Vargas

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Agora em seguida voltam os titulares, até para pegar ritmo visando a Recopa. O planejamento efetuado ainda em Dezembro devido a uma temporada exitosa do Grêmio contemplava o uso do time de transição nas rodadas iniciais do Gauchão. Certamente contemplava dificuldades em se colocar um time de guris enfrentando times com jogadores mais rodados.

O planejamento foi correto, feito levando em consideração a reapresentação tardia do grupo principal pela disputa do Mundial em Dezembro. O que causa algum desconforto é a equipe de transição ter conseguido somente um ponto em 12 disputados, muito mais pela expectativa que depositamos na nossa gurizada que qualquer outra coisa. Importante neste momento apoiar a garotada sob o risco de queimarmos alguns bons nomes que surgem. E vários jovens deram mostras de que sim poderão ser úteis logo ali. Se o planejamento está correto, não significa que não possa ser aprimorado. Ainda mais olhando para o restante do ano. Deveríamos resgatar o Banguzinho, que até campeão foi na década de 90. Um time com garotos da base, reforço de alguns reservas e até mesmo contratações específicas para corrigir eventuais carências. O importante, acima de tudo, é conseguir manter uma equipe alternativa competitiva e com capacidade de enfrentamento e vitórias. Logo ali na frente poderão e deverão ser acionados em algumas rodadas do Brasileirão, por exemplo. O Banguzinho nos permitirá jogar sempre que as datas complicarem mantendo competitividade e possibilidade de vitórias, que é o que mais precisaremos ao longo do ano.

Sobre o charmoso Gauchão, de público médio abaixo da crítica, é incompreensível que se marque um jogo durante o verão no gramado sintético do Zequinha, com sensação térmica de 50 graus. Não preza pela qualidade técnica nem tampouco pelo respeito ao público.

 

Saudações Tricolores

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