Jaconi Copado| Por Marcos Vargas

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O Juventude historicamente é um adversário que impõe dificuldades e vende caro eventuais derrotas. Ainda mais dentro da sua casa e jogando a vida pela classificação no Gauchão.

Julinho Camargo armou o Juventude para se defender, com duas linhas de 4 e bem fechados. Tanto que não sofremos com pressão ou chances de gol por parte do adversário. Fizemos um primeiro tempo dentro do padrão de toque de bola que estamos acostumados, com o Ju embolando o meio de campo e conseguimos ultrapassagens pelas laterais. Pecamos no último passe/cruzamento ou no posicionamento dentro da grande área quando a bola chegava. Mantivemos posse e domínio, mas poucas (duas) chances claras de gol somente no 1º tempo. No início da segunda etapa, orientados pelo Renato devido as condições ruins do campo que deixavam a bola viva, Cicero e Jael deveriam pressionar a saída de bola em cima dos zagueiros e goleiro. E daí nasceu o gol do Jael, lance de oportunismo e que mudaria a partida. Juventude sentiu o baque e teve se abrir para tentar o empate. O Grêmio faria o segundo numa jogada que é rotina, com o time trocando 16 passes, Maicon dando uma pifada por dentro da linha defensiva no fundo de campo para o Ramiro infiltrar e passar conscientemente a bola nos pés de Madson que entrava pelo meio da Grande área. E tivemos chances de ampliar. Madson fez sua melhor partida desde que chegou. Aos poucos ele vai se adaptando ao estilo de jogo do Grêmio e o time vai aprendendo a extrair melhor o potencial dele como lateral de velocidade e entrada na diagonal. Muda o estilo, o passe precisa ser alongado e com tempo, se revelará útil.

Sofremos novamente enfrentando um time com proposta puramente defensiva. É recém o 6º jogo do time titular em campo, mas precisamos encontrar soluções efetivas contra ferrolhos defensivos. Esta será a tônica de times que enfrentaremos dado o respeito com que times jogarão contra o Campeão da América e da Recopa.

Ah, e beira o absurdo o jogador receber um cartão amarelo por comemorar junto da sua torcida. São coisas que poderiam mudar, o gol é um momento de intensa explosão dos jogadores e torcida e não vejo mal algum nesta conexão.

 

Saudações tricolores

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