Amigos de prontidão | Por Fernando Albrecht

Amigos de prontidão | Por Fernando Albrecht

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Foi muito bom chegar de volta no Jornal do Comércio e receber efusivas manifestações de carinho de colegas jornalistas e do pessoal administrativo da empresa. Emocionante, até. Como escrevi no blog, o médico me liberou para trabalhar por três horas diárias na redação, responsável pela Página 3, Começo de Conversa que sou.
Foto: Patricia Comunello 

Como todo o brasileiro…

…horários limitados em xis horas não funcionam. Agora, por exemplo, já passei das três horas e devo chegar rápido a três horas e meia. Então, vou embora para casa, home sweet home. Durante esta semana, fico neste ritmo. Semana que vem, aumento a carga horária e, na terceira, sai da frente.

O incompreensível

Durante minha convalescença, tive que escrever muita coisa em língua cursiva, anotações e pequenos recados. Minha letra sempre foi ruim, de maneiras que era eu e os médicos, que têm fama de escrever hieróglifos, justa ou injustamente. Com o computador, os pacientes dos esculápios podem respirar aliviados, mas não comigo. Quando eu escrevo só eu e Deus entendemos o texto. Depois de algumas horas, só Deus. Passada uma semana, nem Ele sabe decifrar.

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