INTER: É oficial: a arrogância voltou | Por João Ricardo

INTER: É oficial: a arrogância voltou | Por João Ricardo

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Nada como um Gre-Nal. Seja pra arrumar a casa, derrubar quem tá cambaleando ou fazer as máscaras caírem.

 

Sim, o clássico de sábado foi um ataque contra defesa. Mas tinha gente que contava com a vitória certa – né, Romildo? – e esqueceu de combinar com o outro lado.

 

Na Inglaterra, a estratégia do Odair é chamada de PARK THE BUS e é muito usada por José Mourinho. E avaliando o jogo, o momento dos dois times e a necessidade de pontuar, acho que ela foi bem executada, por mais que eu quisesse ver o Inter contra-atacando rápido e ameaçando o outro lado.

 

O Luan não concorda comigo. Disse que amassaram o Inter. Amassaram mesmo? Quantas chances CLARAS de gol teve o co-irmão? Lembro de 3, duas em bolas paradas. Uma defesa difícil do meu guarda-metas. Esse amassado se resolve com martelinho de ouro.

 

O Duda Kroeff não concorda comigo também. Disse que houve 3 penais. Eu vi um. Mas é aquela coisa: a banca paga e recebe. Daquela penalidade no primeiro Gre-Nal do ano em cima do agora corinthiano Roger eles não lembram, né?

 

E tem mais um que não concorda comigo: aquele que trabalha de treinador na Vila Farrapos (falar que a Arena é no Humaitá é só pra valorizar a especulação imobiliária, coloquem no Google Maps e descubram a verdade). Renato Portaluppi voltou a ser aquele velho FANFARRÃO de sempre e canalizou toda a frustração de não ter conseguido passar o bloqueio do Inter com os midiátcos Luan, Everton, André, Arthur e Maicon em quem? No Inter, claro, culpado por não ter proposto o jogo, por ter jogado como time pequeno de segunda divisão, segundo ele. Bom, se tem alguém com propriedade para falar em segunda divisão, este é o treinador deles, que já esteve envolvido em tantos episódios de rebaixamento com Vasco, Fluminense, Atlético-PR e outros clubes.

 

Eu posso falar que o Inter jogou como time pequeno, se julgar assim. Qualquer colorado pode. Agora, vindo dele soa, sim, como arrogância, falta de respeito aos colegas de profissão e prepotência. Nada que eu nunca tenha visto neste PERSONAGEM antes.

 

Mas voltando a Romildo e Luan e dissertando sobre o pós-jogo: resgatando uma frase do questionado Roberto Melo, por que o presidente tricolor não disse que o Edilson é arruaceiro quando trocou de esporte no meio de um Gre-Nal e lutou boxe com o Dourado? Quer dizer que o D’Alessandro não pode dar um soco no pescoço do 7 deles (desnecessário e condenável, na minha humilde opinião, mesmo que ele tenha sido provocado – com 37 anos, já deveria ter aprendido a não cair nisso), mas o Edilson pode?

 

E o Luan, que foi atrás para tirar as caras na sala antidoping. Pode isso, Arnaldo, quer dizer, Romildo? Esse não é arruaceiro, né? Até onde eu sei, quem pode entrar na sala antidoping é quem está participando do exame. Cadê a punição?

 

Não tinha ideia que um empate por zero a zero tiraria tanto o outro lado do sério, fazendo aquela tradicional arrogância dos anos 90 retornar com garra. Logo eles, imortais, galáticos da América, classificados na LA, na Copa do BR, só esperando pela revanche com o Real Madrid – e dessa vez, com pelo menos um chute em direção ao gol.

 

Deve ser porque o Empate FC desempatou o placar e voltou a ser a segunda maior força do Gre-Nal.

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