GRENAL 416 | Por Marcos Vargas

GRENAL 416 | Por Marcos Vargas

Facebook Twitter Google+ LinkedIn WhatsApp

Antes de tudo, é preciso entender que ser favorito não significa vencer sempre. E pelo que viemos jogando desde 2016 seremos favoritos jogando aqui no Brasil e América Latina. Isto não denota nenhuma soberba, mas reconhecimento a um trabalho que vem sendo bem feito. É preciso assimilar esta condição e trabalhar com humildade.

Acompanho futebol desde o início da década de 80 e não lembro de um Grenal com tamanha superioridade de um dos times sobre o outro. 76% de posse de bola contra 24% e mais de 500 passes certos de diferença. Olhando a situação dos dois times, a estratégia adotada pelo Odair me parece a única que mantinha alguma chance de não perder. Mas é uma declaração em alto e bom som e reconhecimento de uma superioridade acachapante atualmente. O Grêmio foi superior em todos os quesitos, só faltou o gol. E incrivelmente tivemos 3 pênaltis sonegados, o que mudaria completamente o rumo da partida. Os times que precisam se abrir contra este Grêmio, cedem espaços que são prontamente aproveitados pelo time. A estratégia colorada de se defender somente deu resultado pela sonegação destes 3 lances capitais. Ainda tivemos duas outras chances claras de gol contra nenhuma do Inter. O sucesso então é relativo, consiste em fatores imponderáveis. O resultado é fatídico.

A se lamentar no Grenal: a atuação de Wilton Pereira Sampaio, árbitro Fifa com atuação comprometedora e responsabilidade direta no resultado. Novamente o rodízio de faltas no Luan, com conivência da arbitragem. As lesões de Everton e Arthur. E a constrangedora agressão do Dalesandro, que é reincidente, após o término da partida no Luan.

No mais, nada altera para o Grêmio este empate. É um clássico, onde mesmo um time inferior consegue equilibrar forças e lograr um empate.

Saudações tricolores

IMG_20180507_003355_419-300x300 GRENAL 416 | Por Marcos Vargas

Posts Relacionados

Leave a Reply

%d blogueiros gostam disto: