NADA COMO UM FLU X INTER APÓS O OUTRO | Por João Ricardo

NADA COMO UM FLU X INTER APÓS O OUTRO | Por João Ricardo

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Que jogo emblemático foi o de ontem. Não só pelos 3 x 0 em uma vitória com gosto de DULCE DE LECHE, pela atuação imensa do Nico, pela segurança da defesa e as defesas do Lomba. Mas pelo que esta mesma partida, há 1 ano e alguns meses, significou pra gente, naquele trágico 11 de dezembro de 2016.

 

Toda a dor, o sofrimento e a tristeza que tomaram conta da gente desde aquele dia estão sendo levados por uma maré que virou. E é essa mesma maré que está lavando a nossa alma jogo após jogo desde o final de abril. Prova disso é que o protagonista de ontem também estava em campo no empate mais amargo da nossa história.

 

Se um colorado desavisado ficasse por fora de tudo que aconteceu nesse período e descobrisse o Inter disputando o Brasileiro nas cabeças, não entenderia como aconteceu essa REMONTADA. Mas seria fácil de explicar: difícil foi executar. Aquele ex-presidente-que-não-se-fala-o-nome fez um estrago grande demais. Mas o trabalho sério desta direção, que passou por imensos questionamentos desde que assumiu, começou a dar resultados. E quando a seriedade e a competência pegam juntas, a sorte também ajuda.

 

E vamos combinar: tem que respeitar uma gestão que conseguiu se livrar de Anselmo, Valdívia, Paulão, Fernando Bob, Ernando, Alan Costa, Geferson e tantos outros e ainda fez dinheiro com vários deles. Que bancou um técnico de casa contra tudo e contra todos, o mesmo que foi marcado na paleta pelos 5 a 0, e acertou. Que, ao dar respaldo para o Papito, recuperou grandes ativos do clube, como Dourado e o próprio uruguaio dentuço. Que contratou Zeca, Patrick e Guerrero, entre outros bons nomes.

 

Voltamos a ter um time vencedor, a buscar grandes reforços e a disputar títulos. Resumindo: o Inter voltou. E tá liberado sonhar.

 

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