Inovação e cidades inteligentes: mais que um desafio, uma oportunidade! |Por Jocelito Salvador

Inovação e cidades inteligentes: mais que um desafio, uma oportunidade! |Por Jocelito Salvador

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Será que gerar inovação e criar cidades, verdadeiramente, inteligentes é um desafio inatingível para muitos ou pode ser tratado como uma oportunidade?

Esta foi, dentre outras perguntas, a que norteou a criação de uma obra coletiva com pesquisadores do Brasil, Argentina e Portugal e que hoje foi lançada oficialmente.

capa_smart-cities Inovação e cidades inteligentes: mais que um desafio, uma oportunidade! |Por Jocelito Salvador
Fonte: Editora The Help

Obra esta que, orgulhosamente, a Valeska S. Fontana Salvador e eu tivemos oportunidade de participar com um dos seus capítulos.

Para que você tenha uma ideia o título final escolhido foi: Inovação e Cidades Inteligentes: desafios e oportunidades para as cidades do século XXI.

Por quê?

De fato existem muitos desafios, mas há, de forma intrínseca, inúmeras oportunidades de desenvolvimento das pessoas, das empresas e das cidades. A comprovação está nos capítulos do livro.

Da nossa parte, Valeska e eu, focamos na Gestão Estratégica das Pessoas, do Conhecimento e da Tecnologia, no ecossistema das cidades inteligentes.

Isto porque a nossa preocupação, desde o início, foi: como as pessoas que atuam nas empresas, independentemente do porte, área de atuação, etc., podem contribuir para a formação de cidades inteligentes?

Foi neste sentido, que geramos nossa pesquisa e publicamos seus resultados no capítulo referido (Gestão Estratégica das Pessoas, do conhecimento e da Tecnologia).

Empresas inteligentes: parte essencial das cidades inteligentes

Toda e qualquer cidade demanda empresas para sobreviver. Estas empresas podem ser a padaria do Seu Manuel, a grande rede varejista, que alavanca o desenvolvimento do seu bairro, a indústria que emprega muitas pessoas, aquela empresa de tecnologia ou qualquer outra.

O que defendemos é que toda e qualquer empresa pode, senão deve, ser uma empresa inteligente para que possa sobreviver aos desafios do século XXI.

Mas o que há de diferente neste século para que tenhamos que nos preocupar com isso?

Para que você ter um exemplo claro das diferenças deste século, queira avaliar esta citação.

Segundo Cavalcanti (2017), um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado ainda em 1999, revelou que mais de 55% da riqueza gerada no mundo, naquele período, veio do conhecimento. Quer dizer que pela primeira vez na história da humanidade, os fatores de produção tradicionais (terra, capital, trabalho e matéria prima) deixaram de ser os principais criadores de riqueza, cedendo lugar ao conhecimento.

(Fonte: Inovação e cidades inteligentes: desafios e oportunidades nas cidades do século XXI / Giovana Goretti Feijó de Almeida e Vonia Engel (Orgs.). 1. ed. – Santa Cruz do Sul: The Help, 2019. p. 56)

Vivemos numa sociedade diferente da do século XX, especialmente na sua primeira metade. Hoje, já se fala em Economia do Conhecimento e não somente em capital, trabalho e matéria-prima.

Por isso mesmo, não há mais espaço para as práticas “velhas e consagradas” da Era Industrial, as quais não privilegiam as pessoas, o conhecimento e o uso da tecnologia. De forma inovadora e inteligente, é claro.

Por isso mesmo, quero lhe fazer um convite muito especial: vamos falar mais sobre como tornar nossas empresas e cidades mais inteligentes?

Como contribuição inicial, disponibilizo para vocês o acesso à versão digital desta obra, que aqui estamos nos referindo:
https://dl.orangedox.com/inovacao-smartcities-ebook2

Porém, o mais importante é que este seja apenas o primeiro passo de muitos. Vamos tomar como exemplo as primeiras ações colaborativas que Porto Alegre está realizando, através do Pacto Alegre.

Vamos mudar nossas empresas e nossas cidades através das pessoas, do conhecimento e da tecnologia.

Você é parte essencial deste processo!

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Mentor, professor universitário e assessor de Smart Business, possui especialização em Educação Corporativa, Gestão/Administração do Conhecimento e Inovação. Pós-Graduado em Gestão de Educação Corporativa, Bacharel em Ciências Contábeis, escritor de vários artigos e conteúdos educacionais, sobre liderança inteligente, gestão de indicadores, BSC, KPI’s, gestão das competências estratégicas, diferenciais competitivos, pensamento sistêmico, administração do conhecimento, educação e inteligência corporativa, além de inovação contínua. Foi consultor na implantação de Software de Gestão Empresarial (ERP) atuando em projetos na Serra Gaúcha, Porto Alegre (RS), Cascavel (PR) e São Paulo (SP). Atualmente conduz projetos de inteligência corporativa com o uso de tecnologias educacionais inovadoras. Diretor e Consultor da Conducere desde 2002. Voluntário da Fundação Projeto Pescar.

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