Com patrocínio master da Shell, o espetáculo terá curta temporada no Teatro Simões Lopes Neto entre os dias 10 e 12 de julho, com sessões na sexta e no sábado, às 20h, e no domingo, às 18h
“A Shell reconhece o poder transformador de cada parceria que fazemos. Mais do que apoiar, caminhamos juntos e construímos um legado que permanece — para as comunidades, para o territórios, para a sociedade e para nós. Por meio do nosso patrocínio ao Multipalco Eva Sopher celebramos a vitalidade deste complexo cultural, dono de uma programação que valoriza a produção local e nacional, além de preservar a memória e o patrimônio artístico do Rio Grande do Sul”, comenta Glauco Paiva, diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil.
A montagem, que estreou em janeiro deste ano em São Paulo, é a primeira adaptação nacional de Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta, obras marcantes do escritor francês Édouard Louis. A dramaturgia inédita é assinada por Pedro Kosovski, com direção de Inez Viana e coordenação geral de produção de Cicero de Andrade.
A narrativa da peça acompanha Monique, a mãe do autor, em diferentes momentos de sua vida: gesto literário ao mesmo tempo, íntimo e político, que expõe as engrenagens sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Entre a luta e a libertação, o que vemos é uma mulher que insiste em recomeçar. E, nesse gesto, Monique se torna também o retrato de tantas mulheres brasileiras que, contra todas as adversidades, assumem a chefia de suas famílias e reinventam suas vidas. Édouard Louis participa da encenação “Mulher em Fuga” por meio de voz off, na cena em que ele e sua mãe conversam ao telefone.
“A história da minha mãe é a história de uma vida roubada e, portanto, também a história de uma juventude roubada, como foi a vida e a juventude de muitas mulheres e é por isso que me pareceu importante escrever este livro, rebelar-me contra isso”, afirmou Édouard Louis.
As duas obras literárias, centrais na trajetória de Édouard Louis, abordam a vida de sua mãe sob diferentes perspectivas: em Lutas e Metamorfoses de uma Mulher (2021), Louis reconstrói a trajetória de sua mãe a partir do olhar do filho que testemunhou – muitas vezes à distância, outras de muito perto – um percurso marcado por pobreza, humilhações, trabalho exaustivo e um casamento abusivo. A obra narra o difícil caminho da metamorfose: o momento em que uma mulher decide romper com o ciclo de violência e buscar dignidade, liberdade e reconstrução. Louis transforma a memória íntima em gesto político, revelando como estruturas sociais moldam vidas e limitam possibilidades.
Já Monique se Liberta (2024) amplia essa narrativa ao devolver a palavra à própria protagonista. Pela primeira vez, Monique assume a autoria de sua história, descrevendo com força e lucidez o que significa sobreviver – e resistir – dentro de um sistema que silencia mulheres da classe trabalhadora. Ao narrar seus medos, perdas, estratégias e conquistas, ela reivindica o direito de existir para além das condições que lhe foram impostas. O livro funciona como um contraponto e uma resposta ao relato do filho, completando o movimento de emancipação que começou no primeiro volume.
A adaptação de Pedro Kosovski aproxima essas duas vozes – mãe e filho – em um gesto cênico que evidencia tanto o conflito quanto o afeto, a memória e a insurgência presentes na obra de Louis. Ao transpor essas narrativas para o teatro, o dramaturgo cria uma experiência sensorial e política que amplia o alcance dos livros, revelando suas potências dramáticas e sua urgência social.
“A dramaturgia planifica as tramas sobrepostas de duas obras literárias de Édouard Louis, cujo protagonismo está na relação ‘impossível’ que enlaça e desenlaça mãe e filho. Busquei a ação emocional da escrita autobiográfica de Louis, uma ação que rompe decisivamente com o estado de anestesia que muitas vezes marca existências em nossa sociedade. Entre dívidas e reivindicações, algo do impossível desse encontro entre mãe e filho pronuncia imperativamente um chamado emocional: é urgente que se façam sentir as existências neste mundo, apesar desse mundo”, destaca Pedro Kosovski.
A direção sensível e precisa de Inez Viana potencializa essa dimensão íntima e política, construindo um espaço onde literatura e performance se encontram para iluminar temas urgentes do contemporâneo. Segundo a diretora, ao conduzir sua mãe para o centro da narrativa, Louis propõe um grito contra o sistema patriarcal que oprime e faz com que haja a naturalização da violência, que encontramos eco aqui e agora.
“Através de sua ajuda para a terceira fuga de sua mãe, o filho tenta não só recuperar sua relação interrompida com ela, mas entende, e nós também entendemos, que a liberdade e o caminho não percorridos sempre poderão ser retomados, independentemente do tempo”, conta Inez Viana.
A montagem marca um encontro importante entre literatura contemporânea e cena teatral brasileira, propondo reflexões sobre violência de gênero, apagamento das histórias da classe trabalhadora e o poder das narrativas pessoais na construção da memória coletiva. Ao dar corpo, voz e movimento às palavras de Louis e de sua mãe, Kosovski transforma um relato íntimo em uma intervenção artística de grande impacto. Com Malu Galli e Tiago Martelli conduzindo a narrativa, a direção de Inez Viana oferece ao público uma experiência potente, que transforma a história pessoal de Monique em reflexão universal sobre emancipação, violência estrutural e a importância de reivindicar a própria voz.
“Monique é uma mulher comum: dona de casa, mãe de cinco filhos. E, como toda mulher comum, Monique é uma mulher extraordinária. Uma mulher com uma força gigantesca, um amor pela vida e uma coragem de leoa. Basta dar a ela a oportunidade de ser quem é para que todos possam comprovar isso. E, quando falamos de oportunidade, falamos de autonomia. E, quando falamos de autonomia, o dinheiro está sempre no centro”, diz Malu Galli.
Idealizador do projeto, Tiago Martelli integra a criação artística desde sua origem, reforçando o caráter coletivo e visceral da proposta. “Na obra de Édouard Louis, encontrei uma narrativa que nos confronta com a coragem, a vulnerabilidade e a reinvenção de uma mulher que se recusa a desaparecer. Esta adaptação é um gesto de cuidado, um ato político e uma homenagem a todas as mulheres que lutam para reconquistar suas próprias vozes”, reflete Tiago Martelli.
Montagem integra calendário patrocinado pela Shell
O espetáculo faz parte da temporada de atividades no Multipalco Eva Sopher com patrocínio master da Shell. São mais de 45 atrações programadas até dezembro nos diferentes espaços do complexo cultural. A programação ainda inclui uma série de espetáculos e oficinas de artes cênicas, além de shows musicais gratuitos. A agenda está disponível no site www.theatrosaopedro.rs.gov.br.
O Plano Bianual Theatro São Pedro é apresentado pelo Ministério da Cultura, Associação Amigos do Theatro São Pedro e Shell, com patrocínio master da Shell, apoio cultural da rede Master Hotéis e realização da Fundação Theatro São Pedro e do Ministério da Cultura.
Serviço
Espetáculo Mulher em Fuga, com Malu Galli e Tiago Martelli
Dias 10, 11 e 12 de julho, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Teatro Simões Lopes Neto, no Multipalco Eva Sopher (Rua Riachuelo, 1089 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS)
Ingressos
Galeria: R$ 35,00 (inteiro) e R$ 17,50 (meia-entrada)
Balcões Inferiores: R$ 50,00 (inteiro) e R$ 25,00 (meia-entrada)
Plateia Alta: R$ 80,00 (inteiro) e R$ 40,00 (meia-entrada)
Plateia Baixa: R$ 120,00 (inteiro) e R$ 60,00 (meia-entrada)
Pontos de venda
Online: www.theatrosaopedro.rs.gov.br
Bilheteria do Multipalco Eva Sopher: de terça a domingo, das 16h às 18h (nos dias de espetáculo, o funcionamento é estendido até às 20h)
Acessibilidade: Haverá audiodescrição e tradução para Libras na apresentação de domingo, dia 12 de julho. Para pessoas neurodivergentes, a Fundação Theatro São Pedro disponibiliza kits de acolhimento sensorial, que podem ser solicitados na bilheteria do Multipalco Eva Sopher.
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 16 anos
Sobre a Shell
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
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Sobre a Fundação Theatro São Pedro
A Fundação Theatro São Pedro é responsável pela gestão do Theatro São Pedro e do Multipalco Eva Sopher que, juntos, formam um dos mais importantes complexos culturais da América Latina. No Centro Histórico de Porto Alegre, o espaço reúne teatros, salas de ensaio e formação, praça, concha acústica, restaurante e áreas dedicadas às múltiplas linguagens das artes de palco, em uma estrutura de cerca de 25 mil m² voltada à criação, formação e encontro entre artistas e público.
Símbolo da cultura gaúcha, o Theatro São Pedro vive atualmente uma nova etapa de sua história, com obras de modernização, acessibilidade e implantação do PPCI. O processo marca também a consolidação do Multipalco Eva Sopher e a inauguração do Teatro Simões Lopes Neto, ampliando a atuação da Fundação como um dos principais
O Multipalco Eva Sopher traz a Porto Alegre Mulher em Fuga, peça estrelada por Malu Galli e por Tiago Martelli, que também é o idealizador do projeto. Com patrocínio master da Shell, o espetáculo terá curta temporada no Teatro Simões Lopes Neto entre os dias 10 e 12 de julho, com sessões na sexta e no sábado, às 20h, e no domingo, às 18h.
“A Shell reconhece o poder transformador de cada parceria que fazemos. Mais do que apoiar, caminhamos juntos e construímos um legado que permanece — para as comunidades, para o territórios, para a sociedade e para nós. Por meio do nosso patrocínio ao Multipalco Eva Sopher celebramos a vitalidade deste complexo cultural, dono de uma programação que valoriza a produção local e nacional, além de preservar a memória e o patrimônio artístico do Rio Grande do Sul”, comenta Glauco Paiva, diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil.
A montagem, que estreou em janeiro deste ano em São Paulo, é a primeira adaptação nacional de Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta, obras marcantes do escritor francês Édouard Louis. A dramaturgia inédita é assinada por Pedro Kosovski, com direção de Inez Viana e coordenação geral de produção de Cicero de Andrade.
A narrativa da peça acompanha Monique, a mãe do autor, em diferentes momentos de sua vida: gesto literário ao mesmo tempo, íntimo e político, que expõe as engrenagens sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Entre a luta e a libertação, o que vemos é uma mulher que insiste em recomeçar. E, nesse gesto, Monique se torna também o retrato de tantas mulheres brasileiras que, contra todas as adversidades, assumem a chefia de suas famílias e reinventam suas vidas. Édouard Louis participa da encenação “Mulher em Fuga” por meio de voz off, na cena em que ele e sua mãe conversam ao telefone.
“A história da minha mãe é a história de uma vida roubada e, portanto, também a história de uma juventude roubada, como foi a vida e a juventude de muitas mulheres e é por isso que me pareceu importante escrever este livro, rebelar-me contra isso”, afirmou Édouard Louis.
As duas obras literárias, centrais na trajetória de Édouard Louis, abordam a vida de sua mãe sob diferentes perspectivas: em Lutas e Metamorfoses de uma Mulher (2021), Louis reconstrói a trajetória de sua mãe a partir do olhar do filho que testemunhou – muitas vezes à distância, outras de muito perto – um percurso marcado por pobreza, humilhações, trabalho exaustivo e um casamento abusivo. A obra narra o difícil caminho da metamorfose: o momento em que uma mulher decide romper com o ciclo de violência e buscar dignidade, liberdade e reconstrução. Louis transforma a memória íntima em gesto político, revelando como estruturas sociais moldam vidas e limitam possibilidades.
Já Monique se Liberta (2024) amplia essa narrativa ao devolver a palavra à própria protagonista. Pela primeira vez, Monique assume a autoria de sua história, descrevendo com força e lucidez o que significa sobreviver – e resistir – dentro de um sistema que silencia mulheres da classe trabalhadora. Ao narrar seus medos, perdas, estratégias e conquistas, ela reivindica o direito de existir para além das condições que lhe foram impostas. O livro funciona como um contraponto e uma resposta ao relato do filho, completando o movimento de emancipação que começou no primeiro volume.
A adaptação de Pedro Kosovski aproxima essas duas vozes – mãe e filho – em um gesto cênico que evidencia tanto o conflito quanto o afeto, a memória e a insurgência presentes na obra de Louis. Ao transpor essas narrativas para o teatro, o dramaturgo cria uma experiência sensorial e política que amplia o alcance dos livros, revelando suas potências dramáticas e sua urgência social.
“A dramaturgia planifica as tramas sobrepostas de duas obras literárias de Édouard Louis, cujo protagonismo está na relação ‘impossível’ que enlaça e desenlaça mãe e filho. Busquei a ação emocional da escrita autobiográfica de Louis, uma ação que rompe decisivamente com o estado de anestesia que muitas vezes marca existências em nossa sociedade. Entre dívidas e reivindicações, algo do impossível desse encontro entre mãe e filho pronuncia imperativamente um chamado emocional: é urgente que se façam sentir as existências neste mundo, apesar desse mundo”, destaca Pedro Kosovski.
A direção sensível e precisa de Inez Viana potencializa essa dimensão íntima e política, construindo um espaço onde literatura e performance se encontram para iluminar temas urgentes do contemporâneo. Segundo a diretora, ao conduzir sua mãe para o centro da narrativa, Louis propõe um grito contra o sistema patriarcal que oprime e faz com que haja a naturalização da violência, que encontramos eco aqui e agora.
“Através de sua ajuda para a terceira fuga de sua mãe, o filho tenta não só recuperar sua relação interrompida com ela, mas entende, e nós também entendemos, que a liberdade e o caminho não percorridos sempre poderão ser retomados, independentemente do tempo”, conta Inez Viana.
A montagem marca um encontro importante entre literatura contemporânea e cena teatral brasileira, propondo reflexões sobre violência de gênero, apagamento das histórias da classe trabalhadora e o poder das narrativas pessoais na construção da memória coletiva. Ao dar corpo, voz e movimento às palavras de Louis e de sua mãe, Kosovski transforma um relato íntimo em uma intervenção artística de grande impacto. Com Malu Galli e Tiago Martelli conduzindo a narrativa, a direção de Inez Viana oferece ao público uma experiência potente, que transforma a história pessoal de Monique em reflexão universal sobre emancipação, violência estrutural e a importância de reivindicar a própria voz.
“Monique é uma mulher comum: dona de casa, mãe de cinco filhos. E, como toda mulher comum, Monique é uma mulher extraordinária. Uma mulher com uma força gigantesca, um amor pela vida e uma coragem de leoa. Basta dar a ela a oportunidade de ser quem é para que todos possam comprovar isso. E, quando falamos de oportunidade, falamos de autonomia. E, quando falamos de autonomia, o dinheiro está sempre no centro”, diz Malu Galli.
Idealizador do projeto, Tiago Martelli integra a criação artística desde sua origem, reforçando o caráter coletivo e visceral da proposta. “Na obra de Édouard Louis, encontrei uma narrativa que nos confronta com a coragem, a vulnerabilidade e a reinvenção de uma mulher que se recusa a desaparecer. Esta adaptação é um gesto de cuidado, um ato político e uma homenagem a todas as mulheres que lutam para reconquistar suas próprias vozes”, reflete Tiago Martelli.
Montagem integra calendário patrocinado pela Shell
O espetáculo faz parte da temporada de atividades no Multipalco Eva Sopher com patrocínio master da Shell. São mais de 45 atrações programadas até dezembro nos diferentes espaços do complexo cultural. A programação ainda inclui uma série de espetáculos e oficinas de artes cênicas, além de shows musicais gratuitos. A agenda está disponível no site www.theatrosaopedro.rs.gov.br.
O Plano Bianual Theatro São Pedro é apresentado pelo Ministério da Cultura, Associação Amigos do Theatro São Pedro e Shell, com patrocínio master da Shell, apoio cultural da rede Master Hotéis e realização da Fundação Theatro São Pedro e do Ministério da Cultura.
Serviço
Espetáculo Mulher em Fuga, com Malu Galli e Tiago Martelli
Dias 10, 11 e 12 de julho, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Teatro Simões Lopes Neto, no Multipalco Eva Sopher (Rua Riachuelo, 1089 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS)
Ingressos
Galeria: R$ 35,00 (inteiro) e R$ 17,50 (meia-entrada)
Balcões Inferiores: R$ 50,00 (inteiro) e R$ 25,00 (meia-entrada)
Plateia Alta: R$ 80,00 (inteiro) e R$ 40,00 (meia-entrada)
Plateia Baixa: R$ 120,00 (inteiro) e R$ 60,00 (meia-entrada)
Pontos de venda
Online: www.theatrosaopedro.rs.gov.br
Bilheteria do Multipalco Eva Sopher: de terça a domingo, das 16h às 18h (nos dias de espetáculo, o funcionamento é estendido até às 20h)
Acessibilidade: Haverá audiodescrição e tradução para Libras na apresentação de domingo, dia 12 de julho. Para pessoas neurodivergentes, a Fundação Theatro São Pedro disponibiliza kits de acolhimento sensorial, que podem ser solicitados na bilheteria do Multipalco Eva Sopher.
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 16 anos
Sobre a Shell
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Fique por dentro das notícias da Shell Brasil: inscreva-se no Shell Brasil News Alert (https://www.shell.com.br/imprensa/noticias-por-email.html).
Sobre a Fundação Theatro São Pedro
A Fundação Theatro São Pedro é responsável pela gestão do Theatro São Pedro e do Multipalco Eva Sopher que, juntos, formam um dos mais importantes complexos culturais da América Latina. No Centro Histórico de Porto Alegre, o espaço reúne teatros, salas de ensaio e formação, praça, concha acústica, restaurante e áreas dedicadas às múltiplas linguagens das artes de palco, em uma estrutura de cerca de 25 mil m² voltada à criação, formação e encontro entre artistas e público.
Símbolo da cultura gaúcha, o Theatro São Pedro vive atualmente uma nova etapa de sua história, com obras de modernização, acessibilidade e implantação do PPCI. O processo marca também a consolidação do Multipalco Eva Sopher e a inauguração do Teatro Simões Lopes Neto, ampliando a atuação da Fundação como um dos principais





