Helena Blavatsky, a voz do Silêncio, retorna a Porto Alegre nos dias 08 e 09 de maio no Teatro da AMRIGS

Helena Blavatsky, a voz do Silêncio, retorna a Porto Alegre nos dias 08 e 09 de maio no Teatro da AMRIGS

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Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. A vida e obra desta renomada pensadora russa inspirou o monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, estreou virtualmente, em 2020. Depois sucesso no Brasil todo, já visto por mais de 100 mil espectadores, inclusive em sua primeira passagem pela capital gaúcha, no ano passado, o espetáculo retorna a Porto Alegre para duas apresentações, nos dias 08 e 09 de maio de 2026, no Teatro da AMRIGS.

Estrelado por Beth Zalcman (@bethzalcman), sob a direção de Luiz Antonio Rocha (@luiz.antonio.rocha), a montagem mexe com os espectadores ao instigar uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e místico. Este é o primeiro texto teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão (@profluciahelenagalvao), cujas palestras na internet são acompanhadas por milhões de admiradores. Após cada sessão, haverá um bate-papo com a equipe de criação.

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno”, completa o diretor.

“Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação, e transporta a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui a autora Lucia Helena Galvão, professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há mais de 30 anos.

O monólogo retoma a parceria entre a atriz Beth Zalcman e o encenador Luiz Antônio Rocha, depois do sucesso da peça “Brimas”, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto. A encenação propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”. Da Vinci descreveu a técnica como: “sem linhas ou fronteiras, na forma de fumaça ou para além do plano de foco”.  A montagem procura nos levar do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

 

Sinopse – “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurino: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujii

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador Técnico: Toninho Lobo

Operador de luz: Gabriel Oliveira

Marketing Digital: Reação Web

Idealização e Produção: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Parceria: Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil

Realização: Teatro em Conserva / Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.
Produção local: Gana&Voga Assessoria de imprensa local: Grazieli Binkowski

Instagram: @helenablavatskyavozdosilencio

 

Serviço:

 

Datas: 08 e 09 de maio 2026
Horário: 20h30

Local: Teatro da AMRIGS

Endereço: Av. Ipiranga,5311

Class etária: 12 anos
Duração: 60 minutos
Gênero: Biográfico e filosófico

Ingressos:
Inteiro R$160
meia-entrada R$80
Desconto Nova Acrópole 15%
Online https://tri.rs/event/blavatsky-13489b
Na hora, na bilheteria no teatro

Não será permitida a entrada após o início do espetáculo, por favor chegue com antecedência;

 

*MEIA-ENTRADA: TEM DIREITO A ESTE BENEFÍCIO:

-ESTUDANTES: CARTERINHA DE ESTUDANTE A SER APRESENTADA

-ACIMA DE 60 ANOS: IDENTIDADE A SER APRESENTADA

-PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS: POR FAVOR RESERVAR COM ANTECEDÊNCIA E-MAIL :luizantoniorocha2015@gmail.com ou pelo Whatsaap: 21 969178180

-PROFESSORES DA REDE ESTADUAL OU MUNICIPAL: APRESENTAR HOLERITE E RG

 

Informações Adicionais:

 

Mais informações sobre A autora, o diretor e a atriz.

 

AUTORA – LÚCIA HELENA GALVÃO

Filósofa, professora, escritora e conferencista, Lúcia Helena Galvão é voluntária há 36 anos na Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil, onde ministra aulas e palestras sobre filosofia com foco na aplicação prática dos ensinamentos clássicos aos desafios contemporâneos. Com alcance global, seus conteúdos somam mais de 20 milhões de visualizações no YouTube e milhares de seguidores nas redes sociais. No teatro, estreou como autora com o aclamado espetáculo Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio, seguido por O Profeta e Ânima, consolidando sua atuação também nas artes cênicas com uma abordagem sensível, poética e transformadora que tem atraído uma multidão.

 

ENCENADOR – LUIZ ANTONIO ROCHA

Diretor, autor e produtor teatral, Luiz Antonio Rocha é reconhecido por sua sensibilidade artística e pela valorização da palavra e da atuação em cena. Membro do conselho da Michael Chekhov Brasil, integrou o júri oficial do Internacional Emmy Awards em Nova York (2012) e foi indicado ao Prêmio Shell de 2019 na categoria Inovação. É citado por Flávio Marinho como um dos reinventores do gênero besteirol. Seus espetáculos — como Ânima, Helena Blavatsky, a Voz do Silêncio, O Profeta, Paulo Freire, o Andarilho da Utopia, Violeta Parra em Dez Cantos, Mão na Barra, Pé no Terreiro: A Vida e a Dança de Mercedes Baptista e Frida Kahlo, a Deusa Tehuana — se destacam pela longevidade em cartaz e pelo forte apelo de público, consolidando sua marca autoral no cenário teatral brasileiro.

 

ATRIZ – BETH ZALCMAN

Beth Zalcman é atriz e autora, ganhadora do Prêmio Cenym 2023 de melhor atriz com o monólogo Helena Blavatsky a voz do silêncio aclamado pela crítica e público. Atualmente apresenta Blavatsky e o novo monólogo,  Ânima, ambos de autoria da filósofa Lucia Helena Galvao. Acaba de fazer “Paulo” serie na RecordTV e estrear no longa “Vitória” da Conspiração e Globoplay. È autora e atriz da peça teatral “Brimas”, indicada ao prêmio Shell 2015 melhor texto com grande sucesso de público e critica. Na Record TV Integrou também o elenco de “Reis”, “Amor sem Igual”, “Jezabel“, “Apocalipse”. Na TV Globo atuou nas séries e novelas “Sob Pressão” (terceira temporada), Órfãos da Terra, Desalma, Insensato Coração, Joia Rara, Velho Chico. Participou nas séries: “Tudo de Bom”  e “Todo dia a mesma noite”. Atuou nos longas: “Não pare na pista”, “Solteira quase surtando”, “Jovens Polacas” e “Policia Federal, a lei é para todos, como D Marisa. Estuda a técnica MICHAEL CHEKHOV de atuação. Fez o curso c David Zinder Tel Aviv-2019 /no Internacional Michael Chekhov Workshop – Nova York- 2014 / – MASTER CLASS com LENARD PETIT, RJ – 2015 etc . Bet Zalcman tem 40 anos de carreira artística. Estreou como atriz em 1983 na peça “A Terra dos meninos Pelados c direção de Bia Lessa, integrou a banda de musica “ O que é que tem Dentro”. Foi criadora, autora e atriz da Cia Mimica em Trânsito por mais de 15 anos com apresentações de projetos educativos em grandes empresas nacionais, escolas e espaços públicos.

 

Depoimentos sobre o espetáculo

“Fiquei impactada e muito emocionada com esse espetáculo inspirador. Mesmo sendo por transmissão online, a força do teatro estava presente. Espetáculo imprescindível, necessário, mais do que nunca nesse momento tão delicado. Encontrar essa luz que vocês acendem em cada um de nós é fundamental para que o ser humano encontre o caminho de volta, o caminho do crescimento para o processo evolutivo do verdadeiro amor. As palavras de Blavatsky ditas por vocês, atriz, texto, direção… tocam a nossa mente e o nosso coração para o despertar da consciência desse novo tempo” – Beth Goulart (atriz).

“Linda a integração Helena Blavatsky/Beth Zalcman no palco. Onde começa o amor de uma, o amor de outra, difícil dizer. Estão amalgamadas. A gente entende e admira a dimensão do trabalho de Blavatsky, na entrega de corpo e alma de Zalcman. Lindo de ver.” – Clarice Niskier, atriz

“Exuberante, traz a possibilidade de um vislumbre do Himalaia espiritual, uma delicadeza de sentimentos. O texto e a atriz transportam a gente para voos onde é possível enxergar os silêncios da alma. Esse trabalho é essencial num momento tão embrutecido” – Bruna Lombardi, atriz e escritora

“Uma peça com qualidades ímpares, uma grande personagem para uma grande atriz, uma direção delicada e um texto arrebatador, mesmo para os que nunca ouviram falar ou desconhecem a história” – Caio de Andrade, autor e diretor de teatro

“A arte salva, não é?! Como diria o querido Ferreira Gullar, a vida não basta apenas, se não fosse a arte, seria mais difícil! O bonito no trabalho de vocês, em meio a essa pandemia, é mostrar que a resistência não vem através do radicalismo, mas do valor à vida. E a vida, sobretudo, se manifesta através da arte” – Carlos Vereza, ator

“Grandiosa e comovente a interpretação de Beth Zalcman. Cada palavra é legitimada pelo gesto, pela presença espiritual. A encenação de Luiz Antônio Rocha é de uma sensibilidade admirável. Não é a câmera que produz o close, é a personagem que se aproxima do interlocutor. O texto da professora Lúcia Helena é primoroso, construído de forma a privilegiar na medida correta tudo o que é relevante na história da personagem” – Paulo Figueiredo, ator.