Primeira exposição de 2026 na Casa CDL convida você a viver histórias que foram guardadas com o coração

A Casa de Cultura CDL abre sua programação cultural de 2026 com uma proposta que vai além da contemplação estética. Convida o público a mergulhar em histórias pessoais, afetos e identidades por meio da exposição “A arte de colecionar: Memórias, Legado, História, Identidade”.

Mais do que reunir objetos curiosos ou raros, a mostra transforma o ato de colecionar em uma experiência sensível e profundamente humana. Cada item exposto carrega consigo lembranças, trajetórias e significados que atravessam o tempo, revelando como pequenas peças podem guardar grandes histórias.

A abertura acontece no dia 27 de abril, das 17h às 20h, marcando o início de um novo ciclo cultural do espaço, que busca fortalecer conexões entre pessoas, suas memórias e seus legados. A visitação segue até o dia 3 de maio, sempre das 16h às 18h, oferecendo ao público a oportunidade de enxergar além do objeto e se conectar com as emoções que ele representa.

Sob a coordenação de Maria Helena Rodrigues, a exposição conta ainda com a presença das embaixadoras Denise Engel Richter, Patrícia Scossi, Carla Araújo e Simone Fleck, reforçando o caráter colaborativo e afetivo da iniciativa.

O público poderá conhecer coleções tão diversas quanto suas histórias. Entre elas, camisetas de futebol que traduzem paixões esportivas, facas que atravessam gerações, óculos que refletem estilos e épocas, além de máscaras e miniaturas de viagens que guardam lembranças do mundo. Há ainda vinis autografados, moedas, itens clássicos como câmeras fotográficas, telefones antigos e até uma geladeira Frigidaire, além de brinquedos das décadas de 70 e 80, Barbies, Kens, pratos ornamentais, dedais, cartões de orelhão e cartas — cada coleção revelando um universo particular.

Entre os destaques está Bernardo Guedes, reconhecido como um dos maiores colecionadores de Kens do Brasil e do mundo, além de nomes como Ronaldo Brum, Adriano Nunes, Aline Floriani, Karla Mombach e Paulo Coelho, entre outros participantes que transformaram o hábito de guardar em uma forma de contar suas próprias histórias.

A exposição propõe um convite direto ao visitante: refletir sobre aquilo que escolhe guardar ao longo da vida. Afinal, colecionar não é apenas acumular — é preservar afetos, construir identidade e manter viva a memória.

Talvez você também colecione algo. Ou talvez apenas precise revisitar aquilo que um dia fez sentido. Nesta mostra, cada objeto é um ponto de partida para lembrar que, no fim, somos feitos das histórias que decidimos guardar.

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