BARRIOS E RENATO. 3 GOLS e a CENA DO JOGO | Por Carlos Josias

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Recepcionado com aeroporto lotado, coisa raríssima por aqui, Barrios, em menos de meia dúzia de jogos, meteu seis gols. Interessante que todos foram com os pés, quando se comentava na aldeia que ele seria o cara da bola aérea, da cabeçada, jogada que não tínhamos – e que alguns se esquecem que para acontecer há de ter cruzamentos. Mais ainda, cinco recheados por dribles preciosos de técnica apurada, inteligência e frieza, e um sexto de força rompedora.

Calma pessoal, não vou compará-lo com craque algum, coisa habitual por estas bandas onde Taison já foi tido como melhor que Messi e Damião como o melhor do mundo; estou mirando apenas o que apresentou até o momento e que contra o Guarani foi o fator de desequilíbrio – além de pifar Arthur para o pênalti. Num jogo tecnicamente fraco, em que Léo Moura – tem crédito – foi muito mal – Luan decepcionante e Bolanos sofreu mais uma lesão, Barrios foi o nome.

Mas Renato, ah Renato, de calça social, blazer, camisa, e sapato, ao ver a estrela do jogo, a bola, passando ao seu lado – enquanto Léo Moura corria para recolher e bater o lateral – trouxe a gorduchinha com o pé direito e num toque sutil fez ela subir para o pé esquerdo onde foi delicadamente acomodada, encolhida, aconchegada, como quem vai dormir, e dali, com este pé fez uma embaixada e simplesmente …. colocou-a nas mãos de Léo Moura. Por favor, não comparem Renato com ninguém, nem ninguém com ele. Foi a cena do jogo. A vitória estava sacramentada. Comentem o resto, se quiserem.

Saudações Tricolores!

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