O GARÇOM, A JANELA DOS SONHOS E A CASA DO BADANHA | Por Carlos Josias

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O Grêmio não para. Dos 9 aos 39. Começou arrasador, e mal começava o jogo veio o primeiro aviso com a bucha de Pedro Rocha, no ângulo, indefensável. Passe perfeito de Luan.

Fase final o jogo se encaminhava para o encerramento, momento de segurar, quem sabe, afinal três pontos mantinha o time colado no líder. O Grêmio não olhou o relógio. Pois Renato, o motivador/gestor, que havia metido Fernandinho no lugar de Ramiro viu, de novo, brilhar sua estratégia. E não é que Fernandinho meteu a segunda bucha? Foi.

Quem serviu Fernandinho? Luan, aquele que um certo analista de uma certa rádio de cor bem definida, na sua maciça e histórica esmagadora maioria ao longo de décadas, entende ser um jogador comum. Sim, comum numa turma diferenciada do futebol, a dos geniais. Comum entre os gênios. Mas esta compreensão não é para qualquer comentarista. É só para quem olha futebol – nem vou dizer quem enxerga. Para comentar futebol é preciso ver futebol. Para ver futebol é preciso ao menos ver o jogo. E quem não vê não enxerga. Melhor não comentar.

Luan é goleador, mete gol de todos os tipos, driblando, de falta, colocado ou com um torpedo. E serve como ninguém. E como tem servido e nos servido. Curtam Luan até o último minuto de todos os jogos e se puderem vejam ele de novo em reprise. E que a janela não nos retire o sonho de vê-lo em campo, ainda que os cofres fiquem lisos. Não, senhores, o Garçom não é comum nem aqui nem na casa do Badanha.

Saudações Tricolores!

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