NO CALDEIRÃO DO URUBU | Por Carlos Josias

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O Rio de Janeiro, falei em colunas anteriores sobre isto, tem sido palco de vitórias inesquecíveis do tricolor gaúcho – certamente a mais memorável foi a CB de 1997 onde 100 mil pessoas viram o clube conquistar a taça contra o pujante Flamengo de Romário.

Mas houve muitas outras vitórias significativas, contra este mesmo Flamengo como uma histórica disputa pela LA de 1983, atalho para o Mundial contra o Hamburgo.

Neste centro o palco que encontramos foi sempre para exibir um futebol de luxo, e a tradição, salvo raras exceções, nos legitimava para tal.

A Cidade continua Maravilhosa. O Flamengo a ser enfrentado se encontrava, mais uma vez, tinindo.
Desce a cortina, entram os artistas, começa o espetáculo.

Quem é o artista principal. Não tem. Todos são protagonistas. É o segredo deste Grêmio que ferveu o caldeirão com Urubu dentro.

Com o Maestro fora Luan chamou para si o ato principal, tirou de dois “tabelou” com o adversário e na volta encheu pé. Grita torcedor, o caldeirão virou panela. O Urubu foi papado.

Grande adversário com jogadores de ponta o Flamengo insistiu e atacou até o final, teve bola na nossa trave, teve uma sucessão de escanteios e ainda por duas vezes as chances maiores foram nossas.

Do jogo levo além do resultado o fraterno abraço do Rodrigo Caetano.

Foi mais um jogo de valentes. Estamos no páreo.

Saudações Tricolores!

 

Fotos by colunista:

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