Vamos falar de 2018 | Por Ricardo Soletti

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Apesar daquele primeiro tempo soneca, jogamos bem no segundo tempo e vencemos com a autoridade de quem tem um time muito melhor.

Bacana. Legal. A subida para a Primeirona é só uma questão de tempo.

Tá na hora de diretoria e comissão técnica fazerem o que eu vou fazer aqui e agora: olhar para o ano que vem.

Sim, porque vamos combinar: boa parte deste time e deste grupo estão tapando bem – depois de muita sofrência até o final do primeiro turno, o buraco de uma Segundona onde os times são tão fortes quanto o apoio dos brasileiros ao Temer. Não jogam absolutamente nada.

Precisamos entender que, ano que vem, a parceria vai ser outra e que, vacilos até como os de ontem, seja na defesa ou no ataque, geralmente são punidos com derrota. E, se dependesse da minha avaliação e com o grupo que temos hoje, o time na estreia do Brasileiro 2018 contra o Palmeiras seria o seguinte:

Danilo Talibã, Rodrigo Dourado, D’Alessandro, William Pottker e Leandro Damião.

E olha que eu deixei o Damião ali porque tô gostando da voluntariedade. Mas também perde gol com a mesma frequência que o Luan perde pênalti.

É sério: Claudio Winck, Klaus, Victor Cuesta, Uendel, Sasha….. a maioria do nosso grupo vai ser muito importante como opção. Mas não como titular. Essa é que é a verdade.

Temos o melhor time disparado da Segundona, mas bem insuficiente para chegar entre os 10 ou 12 da Primeirona. A Segundona não existe. E, mesmo não existindo, estamos empatados na liderança com o América MG. Não estamos garantidos ainda. Sofremos, penamos no primeiro turno contra Boas, Paysandus, Luverdenses e CRBs da vida.

E eu acho que aqui ninguém quer passar pelo mesmo perrengue que passamos em 2015, certo?

Então, ficamos assim: aliviados pela classificação atual e volta pra Primeirona. Mas atentos para a formação de um time capaz de jogar e frequentar, no mínimo, a zona da Libertadores.

De primeira mesmo, sem nenhuma dúvida, só mesmo essa torcida maravilhosa que consegue colocar mais de 20 mil colorados num dia em que São Pedro resolveu fazer uma faxina lá em cima pra receber o queridíssimo e competente Marcelo Rezende. Que torcida foda! E que orgulho fazer parte dela.

E outra coisa, Presidente Medeiros: sem essa de panos quentes nas contas do Inter. Pagamos nossas mensalidades e queremos saber pra onde foi o dinheiro das últimas gestões. Não pense que a subida – obrigatória, para a Primeirona, vai nos fazer esquecer desse grave problema. Conselheiros, se liguem: a hora de entrar para história como verdadeiros colorados e não como bundões, omissos e coniventes com a sem-vergonhice é agora.

 

Na boa e na ruim, Colorado até o fim.

 

Foto: Sport Club Internacional

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