GERMOEL E KANNEMANN UM PAREDÃO PARA GROHE | Por Carlos Josias

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Na última coluna destaquei a importância de Marcelo Grohe, ou Milagrohe, para a conquista da terceira e inédita, para o clube e para o RS, Libertadores da América.

Não existe grande goleiro com zaga insegura. Um goleiro com zaga de ferro cresce e é capaz de fazer defesas inacreditáveis. É o caso. Geromito e Kãonnemann não receberam estes apelidos graciosamente. Há anos o Grêmio se ressentia de um Xerife, e Kannemann finalmente supriu esta lacuna. Incansável, raçudo, entregue ao jogo como poucos, Kannemann ainda que ausente da grande final em Lanús foi decisivo para que o time chegasse onde chegou.

Geromel é outro caso à parte. Desde o Penta da CB ele mostrou ser muito mais do que um simples zagueiro. Acumulou Bolas de Prata. De sua voluntariedade, velocidade e determinação nasceu em Minas Gerais uma jogada fabulosa em que atravessou o campo e deixou o Éverton na cara do gol para matar o jogo. Velocidade, precisão monstruosa no passe – coisas de atacante.

Foi dia 23.11.2016, ali o Grêmio meteu a mão na Taça. O jogo de volta e o gol de Bolanos apenas selaram um destino que havia sido traçado no terreiro do Galo. Ambos, Geromonstro e o fenômeno Kannemann entraram definitivamente para a história do tricolor e da América. O Mundial seria a coroação, se alcançado, desta dupla magnifica. Mas a história que fizeram, ninguém apaga.

Saudações Tricolores.

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