Afroempreendedorismo: garantia de resistência, renda, e dignidade

Afroempreendedorismo: garantia de resistência, renda, e dignidade

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A Rede dos Afroempreendedores do Estado do Rio Grande do Sul (REAFRO/RS) realizou, nesta sexta-feira (7/5), o lançamento das atividades para este ano. A entidade preconiza cooperação entre os afroeemprendedores, fortalecimento das iniciativas de negócios através de parcerias com órgãos públicos e privados.

A vereadora Reginete Bispo, do município de Porto Alegre, que foi convidada para a fala de abertura do evento, destacou a forma autônoma como negros e negras se organizaram ao longo do tempo para garantir renda para suas famílias e “hoje conhecido como empreendedorismo”. Reginete destacou o papel do poder público e das políticas públicas, principalmente no atual cenário pandêmico que afetou diretamente a classe trabalhadora e os pequenos empresários.

Segundo o estudo “Empreendedorismo Negro no Brasil 2019”, do Instituto Feira Preta em parceria com JP Morgan, a maioria nesse segmento é de mulheres, 52% contra 48% de homens. Do total, 46% “empreendeu por necessidade”, ou seja, falta de emprego. Da totalidade de empreendedores negros, a maioria (40%) aparece nas regiões Sudeste e Nordeste do país, enquanto o Rio Grande do Sul registra 6%.

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