Colégio também foi a instituição com mais indicações na 2ª Mostra Nacional de Vídeo Estudantil EducaVideo, na categoria Ensino Médio
O Colégio Pastor Dohms conquistou sete prêmios na 2ª Mostra Nacional de Vídeo Estudantil EducaVideo, realizada em Gramado, na Serra Gaúcha, como parte da programação do 54º Festival de Cinema de Gramado. A Escola foi a instituição com o maior número de indicações na categoria Ensino Médio e venceu sete das nove categorias, incluindo o prêmio de Melhor Curta-metragem na categoria Ensino Médio, com PSIC, da aluna Valentina Elia.
A conquista marca um momento inédito para o CineDohms, programa de formação audiovisual que chega ao segundo ano de atividades na unidade Higienópolis, em Porto Alegre. A Escola conta com um laboratório de cinema, onde aulas e projetos são realizados, além de equipamentos específicos para a produção audiovisual. Estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio participam de disciplinas que envolvem cinema, animação, rádio e TV.
A participação em mostras e festivais também faz parte da trajetória do programa. No último ano, produções do CineDohms foram selecionadas para festivais nacionais e internacionais, além de receberem premiações em eventos estudantis. Em Gramado, porém, os resultados alcançaram uma dimensão inédita para a Escola.
O reconhecimento reforça uma proposta pedagógica que integra a arte à formação dos estudantes. Nas produções audiovisuais, os alunos assumem diferentes funções, como atores, atrizes, diretores, fotógrafos, roteiristas e integrantes das equipes técnicas, com participação em todas as etapas de criação.
Segundo o professor e orientador Expinho, o resultado dialoga com uma tradição já existente na instituição. “Essa conquista é enorme para o CineDohms, representa o reconhecimento de uma prática que acontece diariamente na escola. Nossa proposta é consolidar o programa como uma experiência pedagógica que ultrapassa os conteúdos tradicionais e utiliza a arte para ampliar repertórios, estimular a criatividade e dar aos estudantes instrumentos para contar suas próprias histórias”, afirma Expinho.





