Acesso de raiva | Por Ricardo Soletti

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Vou confessar pra vocês: eu não aguento mais assistir aos jogos do Inter. O que antes sempre foi um prazer, uma diversão, nos dois últimos anos virou uma tortura.

Não tenho mais saco pra ver tanta incompetência, tanta bunda molice, tanta ruindade dentro de campo e fora dele.

Dois técnicos, um grupo de jogadores questionável, uma falta de planejamento e convicção nas escolhas: o legado de 2017 é paupérrimo assim como foi a nossa produção.

Esta diretoria perdeu um ano inteiro atrás de um estilo de jogo, de uma convicção, de um norte que pudesse comandar todas as ações do ano.

Como pena, temos que começar 2018 praticamente do zero, agora com muito mais exigências e riscos, sob pena de voltarmos novamente para o inferno da segundona.

Nos últimos dois anos, superamos todos os limites de humilhação, vergonhas, fiascos e vexames.

O jogo de ontem, por mais melancólico que tenha sido foi apenas a caricatura fiel e triste de um clube que passou o ano correndo atrás do rabo.

Apequenaram o Inter, diminuíram seu tamanho e só não conseguiram fazer mais porque a torcida foi sempre o resquício da boa lembrança de que somos gigantes.

O acesso de ontem não me deixou feliz, eufórico e orgulhoso. Apenas me trouxe alívio. Não por eles. Alívio por mim de estar, até o fim do ano, liberado de ter que ver este time horroroso jogar.

Precisamos sair de 2016 o quanto antes. 2018 vem aí e a única coisa que temos, por enquanto, é um nojo profundo de ver este time em campo.

 

Na boa e na ruim, Colorado até o fim!

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