Atitude, a melhor resposta para a crise econômica

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Em tempos de grande crise econômica e política, o que não deve fazer é cruzar os braços e esperar dias melhores. Sempre há espaços para as situações ruins se tornarem ainda piores. Avessas ao risco, as pessoas tendem, de modo geral, a ficar na retaguarda inibindo, inclusive, boas ideias empreendedoras enquanto aguardam noticias mais alvissareiras.

Os sinais disso são: movimentos oscilatórios da bolsa de valores; notícias políticas de corrupção que parecem não ter fim, queda dos índices de empregos; indústrias que reduzem turnos de trabalho devido à queda na demanda; comércio que fantasia promoções, mas que na verdade as vendas faturam cada vez menos, etc.

Todos esses indicadores podem ser agravantes. Porém, não podem servir de justificativas para colocar as decisões pessoais e empresariais em plano secundário e aguardar que os mais impetuosos sejam os primeiros a tomar atitudes mais audaciosas. Sempre é possível vencer as adversidades ou situações de crise, desde que as atitudes tenham âncoras em projetos tangíveis.

Dos ciclos econômicos, o que demora mais para ser superado é a recessão. Isso ocorre porque as pessoas, avessas às incertezas, protelam decisões de consumo e investimentos até terem certeza que haverá crescimento. A tese que justifica os fluxos real e monetário demonstra a dinâmica mercantil entre famílias e empresas, produção e salários.

Do resultado desta interação, irão surgir as questões essenciais da economia que são: o que produzir? Quando produzir? Como produzir e para quem produzir? No lado empreendedor, sempre há a possibilidade de criar novos produtos e serviços para satisfazer as necessidades humanas e o resultado ser vantajoso para todos. Mas, antes é preciso analisar situações que antecedem o contexto, por exemplo: pequenos e médios empresários se consideram proativos? Quais são suas ambições de médio e longo prazo? Existe plano de negócios confiável?

As respostas precedem de assertivas que justificam as ações seguintes, tanto em relação à participação da pequena e média empresa no mercado onde atua, quanto aos objetivos fins e às ambições que o empreendedor tem para o futuro da atividade.

Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as pequenas e médias empresas têm grande representatividade no cenário econômico, cuja participação ultrapassa 90%. Vê-se que muitos pequenos empresários, têm carências de informações básicas, sobretudo em relação às teorias de gestão, o que restringe o acesso às melhorias gerenciais, reduzindo a capacidade do potencial econômico.

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